Sabe, gente, chega nessa altura do ano e tenho uma verdadeira necessidade de falar algumas coisas.
Por exemplo:
Que todos entendam, sintam e acreditem que Deus não está em nenhum outro lugar que não seja dentro de nós.
Que aqueles que amo percebam e recebam a cada segundo meu amor. E todos os outros, também.
Que o trabalho seja cada dia mais em prol da humanidade e de seu crescimento como humanidade e não para meu bolso ou meu ego.
Que a alegria de redescobrir-se seja constante e que todos nós possamos ver/sentir/saber nosso poder em sermos melhores.
Que nossos olhos – e olhares – vejam além de 2012 e que essa data seja apenas um prazo limite para tomarmos vergonha na cara e cuidar daquilo que, gentilmente, nos foi dado. De graça.
Que pessoas de bem sejam reconhecidas e utilizadas para construir novas amizades, novos amores, novas vidas, novos caminhos. E pessoas que não são tão do bem, passe para o lado de cá.
Que cada um de nós se perdoe e se ame, pois VOCÊ é território santo e merece ser entendido, revisto, ampliado e amado como tal.
Mas...são só exemplos, pois sei que em VOCÊ há muito mais coisas boas do que isso...
Feliz vida nova!
“As ideias tem ideias próprias... Forçadas a marchar numa direção única, elas se rebelam.” Rubem Alves
terça-feira, dezembro 22, 2009
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Clareando...
Faça as pazes com sua mente e com as pessoas que a habitam.
Fim de ano é sempre momento de rever e convergir. Sei que parece piegas, mas é um fato. Nosso coração amolece e queremos, de verdade por alguns instantes, fazer as pazes com o mundo. De dentro e de fora.
Feche seus olhos, respire e deixe que seu coração te leve aos lugares onde é exigido reconciliação. Exigência nossa, interna, necessária. Você deve conhecer a vozinha que não te deixa nem por um instante, não é?
Sabe gente, prá mim, chegou a hora de finalizar qualquer mal-estar, engrandecer as amizades, caminhar pelo agito bacana que dá a paz de espírito. Você pode achar chato ser tranquilo, mas pode haver muito mais movimento, brilho, vida quando caminhamos conciliados com nossas mazelas internas.
Não há necessidade de entender, talvez, o por que das coisas: talvez apenas se sentir grato por tudo aquilo que se é, basta para nos dar a sensação de felicidade...
À Clara, meu agradecimento por ter sido a inspiração fisicamente ausente para essa postagem.
Fim de ano é sempre momento de rever e convergir. Sei que parece piegas, mas é um fato. Nosso coração amolece e queremos, de verdade por alguns instantes, fazer as pazes com o mundo. De dentro e de fora.
Feche seus olhos, respire e deixe que seu coração te leve aos lugares onde é exigido reconciliação. Exigência nossa, interna, necessária. Você deve conhecer a vozinha que não te deixa nem por um instante, não é?
Sabe gente, prá mim, chegou a hora de finalizar qualquer mal-estar, engrandecer as amizades, caminhar pelo agito bacana que dá a paz de espírito. Você pode achar chato ser tranquilo, mas pode haver muito mais movimento, brilho, vida quando caminhamos conciliados com nossas mazelas internas.
Não há necessidade de entender, talvez, o por que das coisas: talvez apenas se sentir grato por tudo aquilo que se é, basta para nos dar a sensação de felicidade...
À Clara, meu agradecimento por ter sido a inspiração fisicamente ausente para essa postagem.
Assinar:
Postagens (Atom)
