Pessoas Queridas - mesmo que desconhecidas - Que Visitam esse Blog, olá.
Agradeço muito mesmo todos os comentários postados aqui em algumas crônicas.
Alguns, sei bem quem foi...rsrs. E agradeço e digo a você que te amo demais. Seja do meu sangue ou do coração. Ou de ambos.
Perdoe-me a intensidade e opiniões muitas vezes, mas sou assim: intensa para escrever.
Louvo a quem teve a paciência de ler, o respeito de entender e a admiração de postar um comentário.
Audacioso é aquele que escreve para um desconhecido ler, expondo assim tudo que passa pela cabeça. Mais audacioso ainda é quem lê...e comenta! Por isso, obrigada!!
E tudo isso para honrar a parte do ser humano que vale a pena a batalha de cada dia: o pensamento. Prá mim, o Ato mais Divino do próprio Criador...
Um grande beijo a todos!
“As ideias tem ideias próprias... Forçadas a marchar numa direção única, elas se rebelam.” Rubem Alves
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Desejo de Ser e de Pertencer
Era uma vez um passarinho pequenino que sonhava em ser um Condor.
Ele, claro, tinha uma família de ancestrais fortes que tinha em sua cultura e DNA se colocar em “seu devido lugar” e se portar com a pequeneza própria de sua raça.
Mas esse passarinho não...ele era nitidamente diferente. Era o que sempre se recolhia no meio das festas de seu povo. O que sempre ciscava em outros terrenos, tipo o “pássaro negro da família”, sabe como é?
Ele tinha até mesmo um pedaço de árvore que bicava de maneira a construir desenhos ali e deixar suas angústias registradas em algum lugar que não fosse em sua pequena caixa craniana...
- Imagina só...um Condor... – pensava ele.
Mas logo em seguida, vinha como se fosse um tapa, outro pensamento:
- Sim, um Condor mesmo, e daí??
Bem, com todas essas diferenças e com um desejo sem precedentes como este, sua família o deixou, com o passar dos anos, a viver da maneira como ele achava melhor. Isso até trouxe por muitos anos, uma sensação de liberdade e independência, até que um dia ele fez aniversário de 5 anos, data importante visto que a raça dele vive em média 10 anos...
Já estava ele na metade da vida, vivendo até mesmo de acordo com uma rotina de um condor. Embora fisicamente jamais seria um, ele conseguiu viver de acordo com o que mais achada bacana na vida dessa outra raça.
Ai...ele tava lá: sozinho, com uma árvore cheia de significados que ele tinha posto e...sentindo um vazio indescritível. Sentia falta das pentelhações dos que eram da geração dele, das mães destes que sempre arrumavam confusão nas confraternizações de família e dela...da bendita mãe que vivia dizendo para ele se portar assim quando ele queria assado...
Sim, porque na metade de sua vida ele percebeu que isso o fazia quem era, até mesmo alimentava o sonho de ser diferente. Pois ele só podia pensar diferente se as raízes fossem fortes o bastante para servir de parâmetro.
Então, ele percebeu a força de um laço de uma raça. Naquele momento. E tomou uma decisão: voltou para uma visita no clã dos passarinhos. E adivinhe? Foi tão bem recebido que por um dia, no dia do seu aniversário, conseguiu esquecer os sofrimentos causados a ele ali, naquele lugar, e percebeu que só as coisas boas restaram.
E percebeu que ele era, sim, um condor mesmo sendo um passarinho e que isso o fazia feliz.
Feliz por ter realizado seu desejo e ainda fazer parte de uma família de passarinhos...
Lu, a você e feliz aniversário!
Ele, claro, tinha uma família de ancestrais fortes que tinha em sua cultura e DNA se colocar em “seu devido lugar” e se portar com a pequeneza própria de sua raça.
Mas esse passarinho não...ele era nitidamente diferente. Era o que sempre se recolhia no meio das festas de seu povo. O que sempre ciscava em outros terrenos, tipo o “pássaro negro da família”, sabe como é?
Ele tinha até mesmo um pedaço de árvore que bicava de maneira a construir desenhos ali e deixar suas angústias registradas em algum lugar que não fosse em sua pequena caixa craniana...
- Imagina só...um Condor... – pensava ele.
Mas logo em seguida, vinha como se fosse um tapa, outro pensamento:
- Sim, um Condor mesmo, e daí??
Bem, com todas essas diferenças e com um desejo sem precedentes como este, sua família o deixou, com o passar dos anos, a viver da maneira como ele achava melhor. Isso até trouxe por muitos anos, uma sensação de liberdade e independência, até que um dia ele fez aniversário de 5 anos, data importante visto que a raça dele vive em média 10 anos...
Já estava ele na metade da vida, vivendo até mesmo de acordo com uma rotina de um condor. Embora fisicamente jamais seria um, ele conseguiu viver de acordo com o que mais achada bacana na vida dessa outra raça.
Ai...ele tava lá: sozinho, com uma árvore cheia de significados que ele tinha posto e...sentindo um vazio indescritível. Sentia falta das pentelhações dos que eram da geração dele, das mães destes que sempre arrumavam confusão nas confraternizações de família e dela...da bendita mãe que vivia dizendo para ele se portar assim quando ele queria assado...
Sim, porque na metade de sua vida ele percebeu que isso o fazia quem era, até mesmo alimentava o sonho de ser diferente. Pois ele só podia pensar diferente se as raízes fossem fortes o bastante para servir de parâmetro.
Então, ele percebeu a força de um laço de uma raça. Naquele momento. E tomou uma decisão: voltou para uma visita no clã dos passarinhos. E adivinhe? Foi tão bem recebido que por um dia, no dia do seu aniversário, conseguiu esquecer os sofrimentos causados a ele ali, naquele lugar, e percebeu que só as coisas boas restaram.
E percebeu que ele era, sim, um condor mesmo sendo um passarinho e que isso o fazia feliz.
Feliz por ter realizado seu desejo e ainda fazer parte de uma família de passarinhos...
Lu, a você e feliz aniversário!
Do que se trata quando falamos de valentia?
Fico me perguntando muitas vezes o que é, afinal, ser valente. Será o cara do filme Willian Walace que enfrentou uma tropa 4 vezes maior que a dele numa guerra ou eu que fico 5 horas por dia no trânsito?
Será o Homem Aranha, que anda voando numa teinha pelos céus de Nova Yorque ou nós que temos que defender nossas idéias num mundo que já começou a acabar?
Talvez, prá mim, valentia seja conseguir aprender com os próprios erros. Seja rir das próprias bobagens e conseguir dizer Te Amo às pessoas que nos machucaram.
Talvez, ainda, seja insistir em nossos valores quando o mundo nos pede tão encarecidamente que sejamos desonestos e optemos pelo mais fácil.
Ser valente exige ousadia prá dizer o que pensa a quem perguntar. Pede humildade para sabermos quando nos calar, quando isso diz mais do que todas as belas palavras que conhecemos e quando a vontade de falar é quase insuportável. Convida a ser sábio para agradecermos os ingratos que passam pela nossa vida.
Ser valente é pagar as próprias contas, não dever nada a ninguém e - mesmo assim – pedir ajuda e acalentar conselhos que nos dão de graça.
Ser valente é ser ousado, petulante até, prá vivermos num caminho de bem, fazendo questão de ter atos mais cristãos do que muitos “crentes” por ai.
Enfim, valentia pode ser o que você quiser que seja, desde que sua mente e suas pernas caminhem para o mesmo lugar.
Porque isso pode ser o mais difícil, embora seja o mais óbvio.
Será o Homem Aranha, que anda voando numa teinha pelos céus de Nova Yorque ou nós que temos que defender nossas idéias num mundo que já começou a acabar?
Talvez, prá mim, valentia seja conseguir aprender com os próprios erros. Seja rir das próprias bobagens e conseguir dizer Te Amo às pessoas que nos machucaram.
Talvez, ainda, seja insistir em nossos valores quando o mundo nos pede tão encarecidamente que sejamos desonestos e optemos pelo mais fácil.
Ser valente exige ousadia prá dizer o que pensa a quem perguntar. Pede humildade para sabermos quando nos calar, quando isso diz mais do que todas as belas palavras que conhecemos e quando a vontade de falar é quase insuportável. Convida a ser sábio para agradecermos os ingratos que passam pela nossa vida.
Ser valente é pagar as próprias contas, não dever nada a ninguém e - mesmo assim – pedir ajuda e acalentar conselhos que nos dão de graça.
Ser valente é ser ousado, petulante até, prá vivermos num caminho de bem, fazendo questão de ter atos mais cristãos do que muitos “crentes” por ai.
Enfim, valentia pode ser o que você quiser que seja, desde que sua mente e suas pernas caminhem para o mesmo lugar.
Porque isso pode ser o mais difícil, embora seja o mais óbvio.
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Pandora
Nada me pareceu mais poético e profético nos últimos tempos do que o filme AVATAR.
Conectar-se com "A Energia Criadora", ter no DNA a preservação da nossa casa, de nossa raça e valores fortes de povo são coisas tão óbvias que nem deveriam ser algo que causasse admiração numa ficção. Mas causam.
Tem lá um bando de ser humano querendo destruir as "baratas" de Pandora - um planeta especial e cheio de significados. No fim do filme fiquei pensando quem são mesmos as baratas...
Tudo porque? Grana. Milhões de dólares.
A pergunta que me fiz o tempo todo foi: quantas coisas, valores, gente, destruimos em nome do que prá nós vale como ou mais que milhões de dólares?
Nosso ego pode ser tão destrutivo do que a ganância de uma gente que se julga - e parecem ter certeza absoluta - melhores do que qualquer coisa na Terra.
Queria eu ter os cabelos que conectam numa árvore que que dá direto em Deus. Não tendo isso disponível, há outra coisa bem atual no filme: o poder dos comandos da nossa mente.
Se você é repleto de dúvidas sobre você, não conseguirá fazer voar nada. Porém, se ao menos conhecer umas pontas do que está sob sua consciência, se encarar isso, fará voar um dragão de toneladas.
E aí? Como andam suas conexões? Que dragão quer domar? Por onde quer andar ou voar?
Bem, minha recomendação para quem ainda não assistiu. E assista em 3D.
Até mais.
Conectar-se com "A Energia Criadora", ter no DNA a preservação da nossa casa, de nossa raça e valores fortes de povo são coisas tão óbvias que nem deveriam ser algo que causasse admiração numa ficção. Mas causam.
Tem lá um bando de ser humano querendo destruir as "baratas" de Pandora - um planeta especial e cheio de significados. No fim do filme fiquei pensando quem são mesmos as baratas...
Tudo porque? Grana. Milhões de dólares.
A pergunta que me fiz o tempo todo foi: quantas coisas, valores, gente, destruimos em nome do que prá nós vale como ou mais que milhões de dólares?
Nosso ego pode ser tão destrutivo do que a ganância de uma gente que se julga - e parecem ter certeza absoluta - melhores do que qualquer coisa na Terra.
Queria eu ter os cabelos que conectam numa árvore que que dá direto em Deus. Não tendo isso disponível, há outra coisa bem atual no filme: o poder dos comandos da nossa mente.
Se você é repleto de dúvidas sobre você, não conseguirá fazer voar nada. Porém, se ao menos conhecer umas pontas do que está sob sua consciência, se encarar isso, fará voar um dragão de toneladas.
E aí? Como andam suas conexões? Que dragão quer domar? Por onde quer andar ou voar?
Bem, minha recomendação para quem ainda não assistiu. E assista em 3D.
Até mais.
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