Tenho participado de várias discussões e em diferentes lugares sobre desenvolvimento de gente.
O tom mais latente, a maior busca de gestores e pessoas dentro das organizações é pelo RESULTADO.
"Faça rápido, certo, mais (mais barato e mais do que te pedem), faça com menos, deseje intensamente e fique atento a tudo ao seu redor; as oportunidades estão para aqueles que querem ver."
Concordo com essa visão. Afinal o mundo é assim: rápido, cheio de cobranças pelo melhor, pelo mais com menos. Resultado.
Apesar de uma parte bem objetiva e pragmática da minha personalidade concordar e até gostar desse 'tom', há uma que incomoda-se profundamente com isso.
O incômodo gira em torno de algumas questões:
1) O que é, afinal, desenvolvimento? É fazer tudo da maneira como o mundo funciona hoje ou é gerar capacidade para que cada um pense sobre o que vê e vive?
2) É preferível oferecer recursos em prol da agilidade ou dar tempo para que as coisas amadureçam? O que é melhor 'garantir'?
3) Em que parte do dia-a-dia as lideranças encaixam a calma, a paciência e a compreensão de que crescer depende de ambiente, condições, alimento e...tempo?
4) Onde colocamos nas metas e na pauta de avaliações de desempenho não só o que as pessoas fazem, mas como, por quais caminhos, baseado em quais valores elas fazem?
5) Em que momento nos ocupamos de saber, conhecer o que nossos colaboradores, nossos liderados pensam sobre a vida, o trabalho, a carreira? E, depois de se ocupar disso, onde é que priorizamos as necessidades de cada um para que, de fato, estendamos a mão a eles?
Às vezes me sinto 'em casa' em ambiente competitivo e de alta velocidade, como a prestação de serviços, por exemplo. Outras vezes, me sinto uma alienígena em tentativas frustradas de fazer as pessoas olharem mais devagar para gente.
Às vezes acredito fortemente que estou na função, posição e atividades certas, que é essa a missão. Em outras, acho que estou na contramão dos meus valores e crenças sobre o que é ser gente e o que é, afinal das contas, que vale a pena buscar e realizar.
“As ideias tem ideias próprias... Forçadas a marchar numa direção única, elas se rebelam.” Rubem Alves
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
Feminilidade: a ROCHA e a ROSA das mulheres de hoje
Marido: "Às vezes, ela podia deixar eu defendê-la dos 'perigos'."
Melhor amiga: "Tá doido? Você vai querer defender a 'Rocha'?"
Com essas duas falas de duas amadas pessoas da minha vida começou - ou re-começou - uma antiga discussão interna e que, certamente, permeia muitos dias das mulheres da modernindade.
Como bem lembrou meu marido, minha mãe já dizia: "Criei-a para brigar com homem."
Aí a pergunta: onde e como é que aparece, floresce e permanece a feminilidade, a 'rosa' das mulheres criadas para serem assim, o que creio seja a grande maioria hoje em dia?
A 'rocha' é no jeito de andar (como também comentou meu marido e minha amiga) de peito prá cima, cabeça erguida, pisando firme, passos que podem ser ouvidos ainda nos corredores. É no tom de voz, e no 'bater na mesa', é enfrentar de frente os problemas, é ser 'braba'- no jeito, na cara, no bico. É 'brigar' com homem de 'igual para igual', literal e principalmente quando se trata de ambiente de trabalho, visto que a posição que ocupo hoje exige. É o saber.
A 'rosa' aparece na maneira como se sente a vida, as relações e, sim, o próprio trabalho e suas formas e relações. É a intuição, a sensibilidade (às vezes exacerbada), as dores subjetivas que vêem quando ao dá errado. É cuidar da cachorra, da comida de casa, do marido, é no abraçar a mãe. É na hora de ouvir os amigos, de comprar um presente que tem a cara deles. É o sentir.
Ah! Claro... e aparece na culpa que persegue muitas vezes - típica da estrutura neurótica e histérica das mulheres e que, graças a alguns amigos e estudos, consigo dominá-la hoje mais do que antigamente. Sobre esse tema em específico, recomendo a leitura de um texto da Marcia Tiburi chamado "Culpa Feminina" e já aviso que é bem erudito...
Tem também o Princípio do Gênero que dá mais luz a essa problemática.
Com isso, arrisco-me a concluir - por enquanto - que equilibrar a rocha e a rosa em nós, mulheres, é mais do que uma arte. É Divino.
Deixo aqui um convite a quem quiser comentar e deixar sua contribuição ao tema.
Melhor amiga: "Tá doido? Você vai querer defender a 'Rocha'?"
Com essas duas falas de duas amadas pessoas da minha vida começou - ou re-começou - uma antiga discussão interna e que, certamente, permeia muitos dias das mulheres da modernindade.
Como bem lembrou meu marido, minha mãe já dizia: "Criei-a para brigar com homem."
Aí a pergunta: onde e como é que aparece, floresce e permanece a feminilidade, a 'rosa' das mulheres criadas para serem assim, o que creio seja a grande maioria hoje em dia?
A 'rocha' é no jeito de andar (como também comentou meu marido e minha amiga) de peito prá cima, cabeça erguida, pisando firme, passos que podem ser ouvidos ainda nos corredores. É no tom de voz, e no 'bater na mesa', é enfrentar de frente os problemas, é ser 'braba'- no jeito, na cara, no bico. É 'brigar' com homem de 'igual para igual', literal e principalmente quando se trata de ambiente de trabalho, visto que a posição que ocupo hoje exige. É o saber.
A 'rosa' aparece na maneira como se sente a vida, as relações e, sim, o próprio trabalho e suas formas e relações. É a intuição, a sensibilidade (às vezes exacerbada), as dores subjetivas que vêem quando ao dá errado. É cuidar da cachorra, da comida de casa, do marido, é no abraçar a mãe. É na hora de ouvir os amigos, de comprar um presente que tem a cara deles. É o sentir.
Ah! Claro... e aparece na culpa que persegue muitas vezes - típica da estrutura neurótica e histérica das mulheres e que, graças a alguns amigos e estudos, consigo dominá-la hoje mais do que antigamente. Sobre esse tema em específico, recomendo a leitura de um texto da Marcia Tiburi chamado "Culpa Feminina" e já aviso que é bem erudito...
Tem também o Princípio do Gênero que dá mais luz a essa problemática.
Com isso, arrisco-me a concluir - por enquanto - que equilibrar a rocha e a rosa em nós, mulheres, é mais do que uma arte. É Divino.
Deixo aqui um convite a quem quiser comentar e deixar sua contribuição ao tema.
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
A incapacidade de decidir
Já falei sobre esse tema por aqui, em alguma postagem que, claro, não me lembro bem. Mas não faz mal: tô precisando falar de novo.
Percebo que os momentos em que mais perdemos energia (em todos os sentidos da palavra) não é quando decidimos mal por uma coisa ou outra. É quando não decidimos para que lado vamos seguir.
Passei por momentos intensos nos últimos tempos com relação a isso e foi importante para que eu sentisse mais 'na pele' como é que é.
Achar que todos os lados da moeda tem razão na mesma proporção pode nos deixar em maus lençóis. Se são dois lados da moeda, um é diferente do outro, inclusive, em seu valor, certo?
Pois é. Quando todos os argumentos nos convencem algo está errado. E quando acontece, podemos ficar deprimidos e comprometer a vida e caminhada das pessoas que estão a nossa volta, seja família, amigos, companheiros de trabalho.
É extremamente difícil para mim como psicóloga e psicanalista ver pessoas boas, de coração grande, de inteligência, perder 'a mão' da vida por serem incapazes de decidir. Quando decidimos por algo, temos que aguentar as consequências. É mais ou menos assim: "Se eu ficar em cima do muro, ninguém me cobrará nenhuma atitude e até (olha que bacana) serei sempre cuidado, pois sempre exigirei atenção."
Apesar disso me irritar deveras, minha ética profissional e meu sistema de crenças me faz respirar fundo e quebrar a cabeça para pensar em como ajudar.
Sei também que tenho um limite para isso, mas fazer nada é desesperador, pois sei o quanto foi importante na minha história pessoas que fizeram questão de me ajudar.
Como um amigo escreveu outro dia no Facebook: "Cuidado, pois o muro tem um dono perigoso..." Isso me fez lembrar de uma dessas pessoas que aqui me refiro.
Resta-me, com toda minha fé, pedir a Deus iluminação para poder ajudar essa uma, que a mim é muito querida.
Uma das perguntas possíveis que pensei é: "O que te deixaria feliz agora?" É um começo...
Percebo que os momentos em que mais perdemos energia (em todos os sentidos da palavra) não é quando decidimos mal por uma coisa ou outra. É quando não decidimos para que lado vamos seguir.
Passei por momentos intensos nos últimos tempos com relação a isso e foi importante para que eu sentisse mais 'na pele' como é que é.
Achar que todos os lados da moeda tem razão na mesma proporção pode nos deixar em maus lençóis. Se são dois lados da moeda, um é diferente do outro, inclusive, em seu valor, certo?
Pois é. Quando todos os argumentos nos convencem algo está errado. E quando acontece, podemos ficar deprimidos e comprometer a vida e caminhada das pessoas que estão a nossa volta, seja família, amigos, companheiros de trabalho.
É extremamente difícil para mim como psicóloga e psicanalista ver pessoas boas, de coração grande, de inteligência, perder 'a mão' da vida por serem incapazes de decidir. Quando decidimos por algo, temos que aguentar as consequências. É mais ou menos assim: "Se eu ficar em cima do muro, ninguém me cobrará nenhuma atitude e até (olha que bacana) serei sempre cuidado, pois sempre exigirei atenção."
Apesar disso me irritar deveras, minha ética profissional e meu sistema de crenças me faz respirar fundo e quebrar a cabeça para pensar em como ajudar.
Sei também que tenho um limite para isso, mas fazer nada é desesperador, pois sei o quanto foi importante na minha história pessoas que fizeram questão de me ajudar.
Como um amigo escreveu outro dia no Facebook: "Cuidado, pois o muro tem um dono perigoso..." Isso me fez lembrar de uma dessas pessoas que aqui me refiro.
Resta-me, com toda minha fé, pedir a Deus iluminação para poder ajudar essa uma, que a mim é muito querida.
Uma das perguntas possíveis que pensei é: "O que te deixaria feliz agora?" É um começo...
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Metáfora: "Eu. Você. E o que é nosso"
Ele invadiu o espaço dela. Atropelou, pisou na grama, arrancou as flores, plantou árvores, reposicionou os objetos, assim como se alguém invadisse sua Fazendinha do Facebook e desse a ela uma outra cara.
Ao fazer isso, ele ofereceu novas possibilidades e uma possível forma colorida dela ver a própria casa e o próprio espaço.
Durante o processo da mudança, tudo parecia bacana, uma aventura e ela permitiu. Aliás, permitiu demais.
Ela se encantou. Afinal, ele sempre pareceu muito habilidoso, seguro de si e sua postura sempre constante foi conferindo um ar de "lógica" a tudo.
Quanto mais ele mudava, mais ela deixava. Se rendeu às habilidades visíveis e reconhecidas dele.
O tempo passou. Ela já tinha assumido aquele novo cenário como dela e o limite entre o que era dele e o jeito dela ser, essencialmente, já não era tão claro. Era uma simbiose multicolorida, bonita e leve.
Até que um dia, o local recebeu uma visita. Era um amigo das antigas dela.
Esse amigo, conhecendo o espaço, os hábitos e ela mesma, perguntou quando chegaram na cozinha e algo lhe foi oferecido: "Desde quando você gosta de água com limão?". Ela respondeu: "Sempre gostei, ué." O amigo devolveu, impiedoso e amoroso: "Não. Você jamais gostou de água com limão, minha amiga."
Ela parecia acordar de um grande transe hipnótico. O corpo dela se lembrou que, de fato, ela detestava água com limão. O mundo desmoronou. Ela tinha certeza que a dita bebida era sua preferida!
Mas... como podia ser uma coisa dessas? Por onde ela andou, o que pensou, o que falou, sentiu, imaginou, acreditou nesse tempo que bebia, com prazer, a água com limão?? Ela parecia petrificada com aquela constatação causada pelo amigo.
O amigo perguntou: "Quem é aquele ali?" Ela disse: "Ele? É o homem que me mostrou coisas lindas e novas. Foi ele que transformou minha vida." Ela disse isso com um sorriso e olhar de satisfação e alegria.
O amigo interrogou: "E você permitiu que ele arrancasse aquelas flores das quais eu mesmo trouxe as sementes de tão longe que me pediu, plantasse as árvores que hoje escondem o sol e colocasse a estante dos seus livros para guardar objetos de trabalho dele?"
Ela desmoronou. Pensou em seguida com o copo de água com limão nas mãos: "Macacos me mordam, o que esse safado fez comigo??" E como o sol, que há muito não batia naquela casa, uma luz no pensamento surgiu e ela consertou: "o que EU permiti que ele invadisse..."
Ela largou o copo de água com limão sobre a mesa, abraçou e agradeceu o amigo. Dirigiu-se ao local de labor dele e disse: "O lugar que você me deu e tem se dedicado tanto para manter é lindo de verdade. E ele é seu."
Ele não entendeu muito bem e comentou com olhar de espanto: "Não. Ele é seu, lembra-se?"
E ela disse: "Não, querido. Esse lugar tem tudo de você e tudo que eu permiti que você mudasse de mim. Veja bem, eu nem gosto de água com limão...". Ele pareceu não acreditar naquela cena.
Ela o abraçou fortemente, declarou seu amor profundo e admiração por ele e partiu. Colocou-se a disposição para ajudá-lo a manter aquele belo lugar quando ele precisasse, em sinal de gratidão e por acreditar que, de fato, ele tinha construído o lugar dele, à forma dele, com o estímulo constante dela. E dela mesmo só havia restado a energia doada durante todo aquele tempo, o que não lhe pareceu - e não era mesmo - pouca coisa.
Pegou uma mochila, com algumas poucas peças de roupa, uns dois livros e pediu ao amigo que a levasse dali, para onde desejava, sim, voltar para visitas e para ajudar o tal homem na manutenção do belo lugar.
O amigo, sorrindo com leveza, perguntou: "Prá onde quer ir, amiga?" Ela respondeu, depois de olhar para trás já no portão de saída do local, um suspiro e um sorriso: "Para casa."
Ao fazer isso, ele ofereceu novas possibilidades e uma possível forma colorida dela ver a própria casa e o próprio espaço.
Durante o processo da mudança, tudo parecia bacana, uma aventura e ela permitiu. Aliás, permitiu demais.
Ela se encantou. Afinal, ele sempre pareceu muito habilidoso, seguro de si e sua postura sempre constante foi conferindo um ar de "lógica" a tudo.
Quanto mais ele mudava, mais ela deixava. Se rendeu às habilidades visíveis e reconhecidas dele.
O tempo passou. Ela já tinha assumido aquele novo cenário como dela e o limite entre o que era dele e o jeito dela ser, essencialmente, já não era tão claro. Era uma simbiose multicolorida, bonita e leve.
Até que um dia, o local recebeu uma visita. Era um amigo das antigas dela.
Esse amigo, conhecendo o espaço, os hábitos e ela mesma, perguntou quando chegaram na cozinha e algo lhe foi oferecido: "Desde quando você gosta de água com limão?". Ela respondeu: "Sempre gostei, ué." O amigo devolveu, impiedoso e amoroso: "Não. Você jamais gostou de água com limão, minha amiga."
Ela parecia acordar de um grande transe hipnótico. O corpo dela se lembrou que, de fato, ela detestava água com limão. O mundo desmoronou. Ela tinha certeza que a dita bebida era sua preferida!
Mas... como podia ser uma coisa dessas? Por onde ela andou, o que pensou, o que falou, sentiu, imaginou, acreditou nesse tempo que bebia, com prazer, a água com limão?? Ela parecia petrificada com aquela constatação causada pelo amigo.
O amigo perguntou: "Quem é aquele ali?" Ela disse: "Ele? É o homem que me mostrou coisas lindas e novas. Foi ele que transformou minha vida." Ela disse isso com um sorriso e olhar de satisfação e alegria.
O amigo interrogou: "E você permitiu que ele arrancasse aquelas flores das quais eu mesmo trouxe as sementes de tão longe que me pediu, plantasse as árvores que hoje escondem o sol e colocasse a estante dos seus livros para guardar objetos de trabalho dele?"
Ela desmoronou. Pensou em seguida com o copo de água com limão nas mãos: "Macacos me mordam, o que esse safado fez comigo??" E como o sol, que há muito não batia naquela casa, uma luz no pensamento surgiu e ela consertou: "o que EU permiti que ele invadisse..."
Ela largou o copo de água com limão sobre a mesa, abraçou e agradeceu o amigo. Dirigiu-se ao local de labor dele e disse: "O lugar que você me deu e tem se dedicado tanto para manter é lindo de verdade. E ele é seu."
Ele não entendeu muito bem e comentou com olhar de espanto: "Não. Ele é seu, lembra-se?"
E ela disse: "Não, querido. Esse lugar tem tudo de você e tudo que eu permiti que você mudasse de mim. Veja bem, eu nem gosto de água com limão...". Ele pareceu não acreditar naquela cena.
Ela o abraçou fortemente, declarou seu amor profundo e admiração por ele e partiu. Colocou-se a disposição para ajudá-lo a manter aquele belo lugar quando ele precisasse, em sinal de gratidão e por acreditar que, de fato, ele tinha construído o lugar dele, à forma dele, com o estímulo constante dela. E dela mesmo só havia restado a energia doada durante todo aquele tempo, o que não lhe pareceu - e não era mesmo - pouca coisa.
Pegou uma mochila, com algumas poucas peças de roupa, uns dois livros e pediu ao amigo que a levasse dali, para onde desejava, sim, voltar para visitas e para ajudar o tal homem na manutenção do belo lugar.
O amigo, sorrindo com leveza, perguntou: "Prá onde quer ir, amiga?" Ela respondeu, depois de olhar para trás já no portão de saída do local, um suspiro e um sorriso: "Para casa."
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Ritmo e Intensidade
Compreender o ritmo dos acontecimentos e os 'por ques' deles é algo complexo para nossa natureza imediatista e, por que não, egoísta.
As coisas chegam em nossa vida no exato momento em que precisam chegar.
Muitos fatos têm se apresentado para mim dessa maneira: aparentemente desconectados, algumas vezes trazendo um certo sofrimento, mas a resposta vem. Chega. E responde.
Aprendi vagarosa e firmemente nos últimos tempos que esperar dói, mas é absolutamente necessário e o que precede uma 'boa resposta' é, claro, uma boa pergunta.
Faça o teste: experimente mudar as perguntas para que você receba, com gentileza, as respostas certas.
Aprendi, também, que o mundo não está à minha disposição e à disposição da minha Vontade, mas é a Vontade que move o mundo na direção daquilo que queremos.
Aprendi que por maior que seja nosso amor por algumas pessoas, a presença delas em nossas vidas pode, sim, ser diferente uma da outra. Diferentes na maneira e na intensidade e isso não diminui o amor: é, simplesmente, diferente. Aceite-as...
O importante nessas considerações que atrevo-me a fazer, como aprendiz ainda de alguns conceitos, é que é preciso administrar a intensidade do 'pêndulo' das nossas ações. Que os efeitos sempre virão grandes ou pequenos, mas que podemos nos manter em estado de tranquilidade e fé independente deles.
Importante, ainda mais, é manter a postura de humildade perante o Universo e fazer a nossa parte.
Erramos quando cremos que se pode mudar o mundo inteiro e esquecemos que a grande e real possibilidade de mudança - e essa já é um grande desafio - é mudarmos a nós mesmos...
As coisas chegam em nossa vida no exato momento em que precisam chegar.
Muitos fatos têm se apresentado para mim dessa maneira: aparentemente desconectados, algumas vezes trazendo um certo sofrimento, mas a resposta vem. Chega. E responde.
Aprendi vagarosa e firmemente nos últimos tempos que esperar dói, mas é absolutamente necessário e o que precede uma 'boa resposta' é, claro, uma boa pergunta.
Faça o teste: experimente mudar as perguntas para que você receba, com gentileza, as respostas certas.
Aprendi, também, que o mundo não está à minha disposição e à disposição da minha Vontade, mas é a Vontade que move o mundo na direção daquilo que queremos.
Aprendi que por maior que seja nosso amor por algumas pessoas, a presença delas em nossas vidas pode, sim, ser diferente uma da outra. Diferentes na maneira e na intensidade e isso não diminui o amor: é, simplesmente, diferente. Aceite-as...
O importante nessas considerações que atrevo-me a fazer, como aprendiz ainda de alguns conceitos, é que é preciso administrar a intensidade do 'pêndulo' das nossas ações. Que os efeitos sempre virão grandes ou pequenos, mas que podemos nos manter em estado de tranquilidade e fé independente deles.
Importante, ainda mais, é manter a postura de humildade perante o Universo e fazer a nossa parte.
Erramos quando cremos que se pode mudar o mundo inteiro e esquecemos que a grande e real possibilidade de mudança - e essa já é um grande desafio - é mudarmos a nós mesmos...
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