Caros Leitores deste Blog,
leiam a reportagem no link abaixo. Além de se tratar do Estadão, é de uma sensatez e justiça que há muito não se via e que dá até um alívio ler...
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,editorial-o-mal-a-evitar,615255,0.htm
Se gostar, repasse aos seus contatos!
“As ideias tem ideias próprias... Forçadas a marchar numa direção única, elas se rebelam.” Rubem Alves
terça-feira, setembro 28, 2010
segunda-feira, setembro 20, 2010
Momento
Já viveu algum momento daquele bem especial que desejou que ele parasse no tempo? Uma festa, um nascimento de um filho, um encontro com amigos, um silêncio junto, um sorriso?
E nele, você já sentiu o coração cheio de amor, paz, certeza e segurança? Nele também, já sentiu que a vida era reinventada, que seus valores encontraram seu devido lugar? Sentiu-se em casa nesse momento?
É um momento que pode ter durado meses, semanas, dias ou apenas algumas horas ou apenas um instante.
É ele que traz significado, graça, encanto, leveza, beleza. É ele que, quando acontece, mostra mais vida às cores, delicadeza no vento que bate, alegria na simplicidade do dia-a-dia.
É ele, esse momento, que segura nos momentos mais tristes, mais silenciosos, mais reflexivos. É ele que continua a significar a vida, a missão, as relações, o trabalho.
É ele que dá saudade, faz suspirar e, ao suspirar, traz consigo todos aqueles sentimentos que são capazes de trazer um sorriso suave no rosto, fazendo até seus olhos se fecharem...
Já viveu isso? Lembra-se dele?
Que você, então, torne-o vivo ao longo do dia para que o sorriso seja constante em você.
E nele, você já sentiu o coração cheio de amor, paz, certeza e segurança? Nele também, já sentiu que a vida era reinventada, que seus valores encontraram seu devido lugar? Sentiu-se em casa nesse momento?
É um momento que pode ter durado meses, semanas, dias ou apenas algumas horas ou apenas um instante.
É ele que traz significado, graça, encanto, leveza, beleza. É ele que, quando acontece, mostra mais vida às cores, delicadeza no vento que bate, alegria na simplicidade do dia-a-dia.
É ele, esse momento, que segura nos momentos mais tristes, mais silenciosos, mais reflexivos. É ele que continua a significar a vida, a missão, as relações, o trabalho.
É ele que dá saudade, faz suspirar e, ao suspirar, traz consigo todos aqueles sentimentos que são capazes de trazer um sorriso suave no rosto, fazendo até seus olhos se fecharem...
Já viveu isso? Lembra-se dele?
Que você, então, torne-o vivo ao longo do dia para que o sorriso seja constante em você.
sexta-feira, setembro 10, 2010
Oração de um Líder
Deus, sei que existem várias formas de uma equipe de trabalho sorrir: trabalhar com energia é uma. Acreditar apesar dos obstáculos. Ter saídas de bom humor para as dificuldades é outra.
Para mim, que gosta desse ofício, o sorriso da minha equipe é combustível para minha motivação – é o que motiva a ação.
Sei que liderar é uma tarefa complexa: como manter – em algumas situações – a equipe separada, intacta, blindada contra aquilo que sinto, às vezes? Como manter o brilho individual e a união entre eles?
Estou sempre na mira, nos olhares atentos, na ‘referência’. É como se eles me dissessem: “Por favor, não faça nada que me machuque, desmotive ou me tire a esperança. Se o fizer, eu não agüento.”
E é no momento solitário do exercício dessa função que preciso viver como uma esquizofrênica: entre meus anseios e crenças pessoais e aqueles que ofereço ao time. Me exige maturidade, decência, verdade e equilíbrio. Me exige...amor.
E o pedido incessante em momentos difíceis a Você, é que eles sigam confiantes, cheios de esperança de que tudo sempre melhora, que tudo sempre oferece aprendizado e que nada está parado. Que compreendam o Ritmo do Universo e que isso gere no coração de cada um a força e a alegria de se cumprir suas missões pessoais.
Que eles olhem para o céu ao invés de olhar para mim. Que eles acreditem em si antes de acreditar em mim. Que eles vejam e sintam o poder na mão DELES e não nas minhas.
Sei da força deles, das suas capacidades, das suas vontades. Que Você, Deus, deixe ao longo dos dias isso claro nos fatos que ocorrem, nos sentimentos que os acometem e que isso traga o sorriso na face de cada um...
Amém.
Para mim, que gosta desse ofício, o sorriso da minha equipe é combustível para minha motivação – é o que motiva a ação.
Sei que liderar é uma tarefa complexa: como manter – em algumas situações – a equipe separada, intacta, blindada contra aquilo que sinto, às vezes? Como manter o brilho individual e a união entre eles?
Estou sempre na mira, nos olhares atentos, na ‘referência’. É como se eles me dissessem: “Por favor, não faça nada que me machuque, desmotive ou me tire a esperança. Se o fizer, eu não agüento.”
E é no momento solitário do exercício dessa função que preciso viver como uma esquizofrênica: entre meus anseios e crenças pessoais e aqueles que ofereço ao time. Me exige maturidade, decência, verdade e equilíbrio. Me exige...amor.
E o pedido incessante em momentos difíceis a Você, é que eles sigam confiantes, cheios de esperança de que tudo sempre melhora, que tudo sempre oferece aprendizado e que nada está parado. Que compreendam o Ritmo do Universo e que isso gere no coração de cada um a força e a alegria de se cumprir suas missões pessoais.
Que eles olhem para o céu ao invés de olhar para mim. Que eles acreditem em si antes de acreditar em mim. Que eles vejam e sintam o poder na mão DELES e não nas minhas.
Sei da força deles, das suas capacidades, das suas vontades. Que Você, Deus, deixe ao longo dos dias isso claro nos fatos que ocorrem, nos sentimentos que os acometem e que isso traga o sorriso na face de cada um...
Amém.
quarta-feira, setembro 08, 2010
É fato e não-decisivo
Eu sinto medo. Na verdade, dei uns bons empurrões subjetivos nesses últimos tempos...
É um momento, eu creio. Que se trata de um fato (eu sinto isso), mas não é decisivo. Não é isso que vai me definir, eu sei.
Fazia muito tempo que não sentia medo. Havia me esquecido como era...
De certa forma, eu "pedi", insisti para voltar a sentir um pouco isso e acredito que as coisas ainda estejam meio "descompensadas".
Sinto medo de estar entorpecida por algumas coisas que me deixam sem referencial de certo e errado.
Sinto medo de coisas boas e importantes não terem mais volta porque eu fiz a coisa inadequada.
Sinto medo da solidão que chega, mesmo tendo tantas pessoas queridas e amadas por perto...
Sinto medo de falar demais, de expor demais.
Sinto medo de calar também e não saber a medida...
Já aprendi a reorganizar essas coisas e isso valeu demais. Porém, mesmo com esses recursos, sinto que é importante reconhecer que sentimos esse tipo de coisa. Me parece até bom prá preservação...
A produção de textos nos últimos dias tem sido intensa e parei prá pensar o por que. Qual é a motivação?
É um momento difícil e uma resposta possível: quando se tem vontade de gritar, virar a mesa, chutar o balde, podemos ter várias reações. A minha é escrever. É uma reação produtiva....
Além de sentir tudo isso, creio que não escaparei de uma reação improdutiva. Não se espante se ver uma louca desvairada gritando por ai...
É um momento, eu creio. Que se trata de um fato (eu sinto isso), mas não é decisivo. Não é isso que vai me definir, eu sei.
Fazia muito tempo que não sentia medo. Havia me esquecido como era...
De certa forma, eu "pedi", insisti para voltar a sentir um pouco isso e acredito que as coisas ainda estejam meio "descompensadas".
Sinto medo de estar entorpecida por algumas coisas que me deixam sem referencial de certo e errado.
Sinto medo de coisas boas e importantes não terem mais volta porque eu fiz a coisa inadequada.
Sinto medo da solidão que chega, mesmo tendo tantas pessoas queridas e amadas por perto...
Sinto medo de falar demais, de expor demais.
Sinto medo de calar também e não saber a medida...
Já aprendi a reorganizar essas coisas e isso valeu demais. Porém, mesmo com esses recursos, sinto que é importante reconhecer que sentimos esse tipo de coisa. Me parece até bom prá preservação...
A produção de textos nos últimos dias tem sido intensa e parei prá pensar o por que. Qual é a motivação?
É um momento difícil e uma resposta possível: quando se tem vontade de gritar, virar a mesa, chutar o balde, podemos ter várias reações. A minha é escrever. É uma reação produtiva....
Além de sentir tudo isso, creio que não escaparei de uma reação improdutiva. Não se espante se ver uma louca desvairada gritando por ai...
segunda-feira, setembro 06, 2010
'Tamo junto'
Sinto uma honra tão grande em ter em minha vida algumas pessoas que demoraria uma vida inteira para tentar explicar.
Sabe aquele sentimento que dá uma vontade incontrolável e levar seus joelhos ao chão e, em silêncio completo, agradecer ao Criador?
Sabe aquilo que segura sua mão quando você está na 'lona'?
Sabe aquele amigo silencioso, que sabe de você, que está atento, mesmo sem você falar nada? Mesmo sem ele falar nada?
Sabe aquele sentimento que, simplesmente, acontece? É a amizade.
Na minha vida, eles são muito poucos. Nem sei se todos esses poucos sabem que são tanto...
Eles são o 'acontecer' do pensamento, do coração, daquele carinho tão forte...
Eles são a mão de Deus prá mim. São os que me perdoam por eu ser assim. Os que insistem em ficar comigo durante a jornada, lado a lado, por algum motivo que não sei bem qual.
São os que sorriem, choram, ficam bravos ou - aqueles Mais Especiais - silenciam. E quando fazem isso, me emocionam e me fazem querer abraçá-los por horas.
São os que falam 'tamo junto' e essa frase vem carregada de verdade de que é assim mesmo que estamos. Juntos.
Sinto que não são todos que conheço que podem dizer essas coisas. Eu posso.
Sabe aquele sentimento que dá uma vontade incontrolável e levar seus joelhos ao chão e, em silêncio completo, agradecer ao Criador?
Sabe aquilo que segura sua mão quando você está na 'lona'?
Sabe aquele amigo silencioso, que sabe de você, que está atento, mesmo sem você falar nada? Mesmo sem ele falar nada?
Sabe aquele sentimento que, simplesmente, acontece? É a amizade.
Na minha vida, eles são muito poucos. Nem sei se todos esses poucos sabem que são tanto...
Eles são o 'acontecer' do pensamento, do coração, daquele carinho tão forte...
Eles são a mão de Deus prá mim. São os que me perdoam por eu ser assim. Os que insistem em ficar comigo durante a jornada, lado a lado, por algum motivo que não sei bem qual.
São os que sorriem, choram, ficam bravos ou - aqueles Mais Especiais - silenciam. E quando fazem isso, me emocionam e me fazem querer abraçá-los por horas.
São os que falam 'tamo junto' e essa frase vem carregada de verdade de que é assim mesmo que estamos. Juntos.
Sinto que não são todos que conheço que podem dizer essas coisas. Eu posso.
Código Corporativo
Um dos trabalhos mais nobres de uma área de RH é a construção do que se chama Modelo de Gestão de Pessoas.
Trata-se de um “código” de como as pessoas “devem” se comportar, o que conhecer, o que saber fazer para viver, crescer e contribuir ali, naquela naquele mundo.
Existe uma parte do código que é essencial, ou seja, aquilo que qualquer um daquele lugar precisa apresentar: é aquilo que garante a “cara”, a marca da organização.
Tem uma outra parte do código que é específica: para trabalhar no RH é exigido um X e no Financeiro um Y.
Juntando o código geral + o código específico temos um modelo, uma ferramenta para garantir o bom e ecológico gerenciamento da carreira das pessoas e dos resultados da empresa.
Fácil, né? Nem tanto quanto parece. Quando uma empresa se submete a um processo de construção desse “código”, esbarra, inevitavelmente, no que há de íntimo das pessoas que ali habitam naquele momento.
Aí complica. O ideal, claro, seria juntar o bom do A + o bom do B e dar um C bem bacana e positivo. Mas...somos humanos. E, como humanos, somos compostos de D’s, E’s, F’s nem sempre positivos.
O trabalho de um RH, nesse momento, é de um alquimista: transformar pedra em ouro. Como garantir um código que seja construído por pessoas em desenvolvimento e – sendo assim, ainda não possuem todos os recursos necessários – ao mesmo que seja um regulador que ofereça crescimento e perenidade à organização? Um grande paradoxo...
Como ter a medida adequada entre regular e estimular o desejo interno, aquele individual? Como transformar vontades, crenças, valores em um código saudável e que sempre dê saída para possibilidades e não que seja um imperador que breca a expansão – das pessoas e das empresas?
Ao escrever esse artigo, me espantei com o número de perguntas que ainda não sei responder. Sei que são através delas que, talvez, eu consiga extrair pepitas de ouro que existem, certamente, dentro dos profissionais que habitam o mundo corporativo.
E, ao escrever também percebi – de novo – o por que me fascina tanto ser profissional de RH: quem mais, dentro desse mundo complexo que são as organizações, poderia se dar ao luxo de ser um artista e trabalhar com aquilo que diz respeito a qualquer humano: a humanidade? Só nós mesmo...
Se eu posso me atrever a dar alguma recomendação, são elas:
Aos profissionais de RH, que as perguntas sirvam de ferramentas como a peneira ao minerador dentro de uma mina: suado, cansado, mas com um desejo incontrolável de achar ouro.
Às empresas, que as perguntas sirvam para reconhecer suas pedras e olhar além dos números: há muito mais riqueza além deles.
Trata-se de um “código” de como as pessoas “devem” se comportar, o que conhecer, o que saber fazer para viver, crescer e contribuir ali, naquela naquele mundo.
Existe uma parte do código que é essencial, ou seja, aquilo que qualquer um daquele lugar precisa apresentar: é aquilo que garante a “cara”, a marca da organização.
Tem uma outra parte do código que é específica: para trabalhar no RH é exigido um X e no Financeiro um Y.
Juntando o código geral + o código específico temos um modelo, uma ferramenta para garantir o bom e ecológico gerenciamento da carreira das pessoas e dos resultados da empresa.
Fácil, né? Nem tanto quanto parece. Quando uma empresa se submete a um processo de construção desse “código”, esbarra, inevitavelmente, no que há de íntimo das pessoas que ali habitam naquele momento.
Aí complica. O ideal, claro, seria juntar o bom do A + o bom do B e dar um C bem bacana e positivo. Mas...somos humanos. E, como humanos, somos compostos de D’s, E’s, F’s nem sempre positivos.
O trabalho de um RH, nesse momento, é de um alquimista: transformar pedra em ouro. Como garantir um código que seja construído por pessoas em desenvolvimento e – sendo assim, ainda não possuem todos os recursos necessários – ao mesmo que seja um regulador que ofereça crescimento e perenidade à organização? Um grande paradoxo...
Como ter a medida adequada entre regular e estimular o desejo interno, aquele individual? Como transformar vontades, crenças, valores em um código saudável e que sempre dê saída para possibilidades e não que seja um imperador que breca a expansão – das pessoas e das empresas?
Ao escrever esse artigo, me espantei com o número de perguntas que ainda não sei responder. Sei que são através delas que, talvez, eu consiga extrair pepitas de ouro que existem, certamente, dentro dos profissionais que habitam o mundo corporativo.
E, ao escrever também percebi – de novo – o por que me fascina tanto ser profissional de RH: quem mais, dentro desse mundo complexo que são as organizações, poderia se dar ao luxo de ser um artista e trabalhar com aquilo que diz respeito a qualquer humano: a humanidade? Só nós mesmo...
Se eu posso me atrever a dar alguma recomendação, são elas:
Aos profissionais de RH, que as perguntas sirvam de ferramentas como a peneira ao minerador dentro de uma mina: suado, cansado, mas com um desejo incontrolável de achar ouro.
Às empresas, que as perguntas sirvam para reconhecer suas pedras e olhar além dos números: há muito mais riqueza além deles.
sexta-feira, setembro 03, 2010
A que serve a tristeza?
Compreendê-la, respeitá-la, observá-la atentamente.
A alegria é um estado constante. Quando a tristeza vem, normalmente dou boas vindas e peço que ela me traga reflexões importantes para o ciclo que sempre segue quando ela parte.
Nesses momentos, aprendo muito. Dou-me a oportunidade de olhar prá dentro com mais seriedade e respeito.
Não tem muito a ver comigo momentos assim, cara mais fechada, um certo ar de abatimento, ombros mais caídos, mas veja bem: a que serve a tristeza?
Estar triste, no meu 'mundinho', ajuda a execitar a paciência (porque é chato ficar triste), a benevolência (porque dá raiva ficar triste), a esperança (porque fica escuro ficar triste) e o amor (porque irrita os outros ficar triste).
São momentos normalmente mais curtos e intensos: é como apertar até não aguentar mais uma folha de papel na mão dominante.
Ruim são os motivos que me colocam nesse estado de tristeza. Eles anunciam claramente meus erros e minhas fraquezas. Sim, porque só fico triste comigo mesma. Com os outros, já aprendi a linda arte do perdão.
Tenho aprendido muito e com gente muito especial nós últimos 12 meses. Talvez seja até isso que me possibilite escrever de algo tão denso de maneira mais positiva.
A que serve a tristeza? Oportunidade preciosa de reconhecer minha humanidade. Agradeço por isso.
A alegria é um estado constante. Quando a tristeza vem, normalmente dou boas vindas e peço que ela me traga reflexões importantes para o ciclo que sempre segue quando ela parte.
Nesses momentos, aprendo muito. Dou-me a oportunidade de olhar prá dentro com mais seriedade e respeito.
Não tem muito a ver comigo momentos assim, cara mais fechada, um certo ar de abatimento, ombros mais caídos, mas veja bem: a que serve a tristeza?
Estar triste, no meu 'mundinho', ajuda a execitar a paciência (porque é chato ficar triste), a benevolência (porque dá raiva ficar triste), a esperança (porque fica escuro ficar triste) e o amor (porque irrita os outros ficar triste).
São momentos normalmente mais curtos e intensos: é como apertar até não aguentar mais uma folha de papel na mão dominante.
Ruim são os motivos que me colocam nesse estado de tristeza. Eles anunciam claramente meus erros e minhas fraquezas. Sim, porque só fico triste comigo mesma. Com os outros, já aprendi a linda arte do perdão.
Tenho aprendido muito e com gente muito especial nós últimos 12 meses. Talvez seja até isso que me possibilite escrever de algo tão denso de maneira mais positiva.
A que serve a tristeza? Oportunidade preciosa de reconhecer minha humanidade. Agradeço por isso.
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