Compreendê-la, respeitá-la, observá-la atentamente.
A alegria é um estado constante. Quando a tristeza vem, normalmente dou boas vindas e peço que ela me traga reflexões importantes para o ciclo que sempre segue quando ela parte.
Nesses momentos, aprendo muito. Dou-me a oportunidade de olhar prá dentro com mais seriedade e respeito.
Não tem muito a ver comigo momentos assim, cara mais fechada, um certo ar de abatimento, ombros mais caídos, mas veja bem: a que serve a tristeza?
Estar triste, no meu 'mundinho', ajuda a execitar a paciência (porque é chato ficar triste), a benevolência (porque dá raiva ficar triste), a esperança (porque fica escuro ficar triste) e o amor (porque irrita os outros ficar triste).
São momentos normalmente mais curtos e intensos: é como apertar até não aguentar mais uma folha de papel na mão dominante.
Ruim são os motivos que me colocam nesse estado de tristeza. Eles anunciam claramente meus erros e minhas fraquezas. Sim, porque só fico triste comigo mesma. Com os outros, já aprendi a linda arte do perdão.
Tenho aprendido muito e com gente muito especial nós últimos 12 meses. Talvez seja até isso que me possibilite escrever de algo tão denso de maneira mais positiva.
A que serve a tristeza? Oportunidade preciosa de reconhecer minha humanidade. Agradeço por isso.

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