Os textos aqui publicados são produzidos a partir da minha experiência de vida. Ao longo dos meus jovens 29 anos, me autorizo a falar e refletir sobre o que vejo, sinto e penso sobre o mundo e o humano.
Minha habilitação para construir textos sobre os temas do título desse artigo não vem de técnicas, diplomas ou recomendações de "gente importante". Ela - a habilitação - vem da subjetividade explorada, redefinida e, de uma certa maneira, desaforada. Vem da contribuição que posso oferecer a você - que lê - para ser 'canetada' e, mesmo sabendo disso, sentir-me livre e não culpada. Afinal, sou mais dona do meu desejo hoje do que ontem.
A habilitação também vem das conversas sobre o mundo, de onde viemos, para onde vamos e, entre uma coisa e outra, o que fazemos com tanto espaço e tempo que normalmente tenho com gente que estuda mais do que eu. Vem da incessante vontade de conhecer para fazer algo diferente.
Vem também da fé que possuo nAquilo que está não acima de nós e sobre todas as coisas, mas dentro de cada um de nós e de todas as coisas. Aquilo que causa intuição, poder e coragem.
Bom, não sei se percebeu, mas já falei sobre os temas do título desse texto. Quando falo de "habilitação" falo daquilo que dá autoridade. O que seria isso senão a própria experiência?
Do que adianta você falar sobre as 10 formas de gerenciar uma equipe de alta performance se nunca teve alguém olhando para você como uma referência e sentiu medo com isso, além de nunca ter alcançado a dita da alta performance? Como oferecer esperança se não viveu a certeza de acreditar e acontecer aquilo em que se acreditou?
De onde vem nossas opiniões? A mim, no meu falho modelo mental, de um único lugar: da experiência. Atreva-se a experimentar para depois dizer se gosta ou não de coxinha de frango com queijo cheddar. Os pontos de vista dependem do que aconteceu com você e com o outro depois de comer a coxinha...
Me entristeço razoavelmente quando vejo posições tão de 'direita' ou de 'esquerda' com relação a esses três temas que tratam de dar alguma luz às principais e complexas questões do ser humano.
Ah... acho que posso entender... Parafraseando um psicanalista pelo qual tenho grande admiração, quem nunca experimentou se impede de opinar...

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